Sertões 2015

 

Sertões 2015 sairá de Goiânia e passará por Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. Chegada será em Foz do Iguaçu

 

Crédito: Victor Eleutério/ Fotop/ VIPCOMM

Crédito: Victor Eleutério/ Fotop/ VIPCOMM

A 23ª edição do Rally dos Sertões terá roteiro inédito em 2015 e terminará pela primeira vez em uma cidade do sul do país: Foz do Iguaçu. O anúncio foi feito por Marcos Moraes, diretor-geral da Dunas Race, empresa organizadora do evento, que vai ser disputado entre 1 e 8 de agosto.

A largada será em Goiânia e passará pelos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná. As cidades do percurso e o roteiro detalhado são mantidos em sigilo para evitar que pilotos e equipes façam treinamentos na região.

Marcos Ermírio de Moraes - Foto:  Dunas Brasil

Marcos Ermírio de Moraes – Foto: Dunas Brasil

“Sempre buscamos trajetos inéditos, com paisagens deslumbrantes. Foz do Iguaçu é um destino perfeito por ser um dos principais pontos turísticos do Brasil, além de ser conhecido no mundo inteiro. Sem contar que o Paraná tem muitos pilotos de rali”, afirma Moraes. Com o novo roteiro, o empresário espera também atrair pilotos de outros países da América do Sul, como Argentina, Chile e Paraguai.

O Sertões reunirá competidores nos Carros, Motos, Quadriciclos e UTVs. A prova já conta com mais de 90 veículos para 2015 em todas as categorias e as inscrições estão abertas. “A edição 2015 será bem diferente de toda a nossa história. Será o ‘Rali das Águas’ e com muito frio em algumas cidades”, ressalta Moraes.

Road Tour

Para atrair competidores e divulgar a competição, a Dunas Race fará a partir de maio vários encontros com pilotos, navegadores e imprensa nas cidades e estados por onde a prova irá passar. O projeto prevê a realização de palestras para quem sonha em participar de um dos maiores ralis do mundo.

“Vamos fazer um road tour para falar com todos os interessados, principalmente com os novatos e estreantes do Rally dos Sertões. Nosso objetivo é aumentar o grid e criar uma nova geração de pilotos para o futuro. Para isso, esperamos contar com o apoio de federações de automobilismo e motociclismo, organizadores locais de eventos off-road e também dos nossos patrocinadores”, conclui Moraes.

Bananalama 2015 CANCELADO

Organização do Maior Encontro de Trilheiros do Mundo vem a público comunicar oficialmente o cancelamento do evento que aconteceria em Julho de 2015.

 Corupá (SC) - Após imensos esforços no sentido de buscar a viabilidade da décima primeira edição do Bananalama, reconhecido como Maior Encontro de Trilheiros do Mundo, a organização vem comunicar oficialmente que optou pela não realização do evento, que se realizaria entre os dias 09 e 12 de Julho de 2015. A medida, embora drástica, é a mais responsável diante da atual situação econômica que o país enfrenta.

 
Mesmo com o apoio incondicional da Prefeitura Municipal de Corupá e do Governo do Estado de Santa Catarina, o orçamento do evento exige uma grande participação da iniciativa privada, por isso, um trabalho intenso na manutenção dos patrocinadores já havia sido iniciado desde o final de 2014. No entanto, a organização do Bananalama tem consciência do momento delicado que vive o Brasil economicamente, obrigando as empresas a repensarem seus investimentos em marketing. 

"Já havíamos programado a interrupção do evento no ano de 2014 para podermos nos organizar e realizar melhorias em nossa estrutura. Realizamos estudos, investimentos em melhorias de acesso ao parque mas, infelizmente, a atual situação econômica não nos permite realizar tudo o que planejamos", analisou Juliano Baade, secretário do Clube de Trilheiros Bananalama. 

"É uma decisão difícil, relutamos muito para que ela não fosse tomada sem antes esgotarmos todas as alternativas disponíveis. Um projeto da magnitude do Bananalama exige muita responsabilidade de nossa parte e, apesar do apoio da prefeitura e do governo do estado, não encontramos uma situação segura economicamente para realizar o evento", concluiu o presidente do clube, Alisson Wulff Siqueira.
 
O Clube de Trilheiros Bananalama de Corupá agradece a compreensão dos trilheiros de todo o Brasil, assim como a colaboração de seus incentivadores e patrocinadores que já haviam renovado sua confiança no Bananalama para 2015. Neste momento, é necessário ter responsabilidade para continuar fomentando a prática deste incrível esporte que é o motociclismo off-road. O Clube continuará com seu cronograma de atividades, mantendo viva a intenção de realizar o Bananalama em 2016. 

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Respeitosamente;

Alisson Wulff Siqueira 
Presidente 
Clube de Trilheiros Bananalama 
Corupá-SC

Melhor moto????

 

A melhor moto MX 250 quatro tempos de 2015 é…?

 

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As melhores motos MX 250 quatro tempos de 2015
Todos os anos a revista Motocross Action, uma das mais respeitadas publicações do ramo no mundo, faz um teste comparativo entre as melhores máquinas das seis maiores fabricas de motos para MotoCross do mundo.
Levaram meses para ter o veredicto final. Porque? Bem, não é em um dia pilotando que se tem uma impressão imparcial sobre cada moto. Levaram quatro meses de testes constantes de cada uma. Algumas vezes colocando as seis de uma vez na pista, as vezes duas de cada vez correndo uma contra a outra e os pilotos trocando de motos entre si para ter uma ideia mais próxima da realidade de qual é a melhor em diversos aspectos.
Comprar uma moto nova é um grande investimento e é legal você saber exatamente o que esta levando pra casa.
Segundo a publicação, nunca na história da revista o resultado foi tão apertado. Duas motos se destacaram nas duas primeiras posições, mas no terceiro posto, qualquer uma das quatro motos restantes poderia ter ocupado a posição. Existe uma moto para cada um de nós e no fim das contas, acaba sendo mesmo uma preferência pessoal de marca e estilo de pilotagem. Mas é o seu dinheiro, portanto, leia cada uma das opiniões com cuidado.
As melhores motos MX 250 quatro tempos de 2015

Sexto Lugar: KTM 250SXF

Alguem tinha que ficar em ultimo, e a KTM acabou ficando com esta honra, duvidosa para muitos. Enquanto a 250SXF tem excelentes atributos, continua correndo atrás em dois pontos. Suspensão e  faixa de potência. Mesmo que o garfo WP 4CS tenha sido um passo na direção correta, ainda não tem uma configuração aceitável. Se você se da bem com potência mais violenta no alto giro, o motor da 250SXF vai te atender bem, mas muitos pilotos preferem uma aceleração mais progressiva.
As melhores motos MX 250 quatro tempos de 2015

Pontos positivos:

1- Embreagem Hidráulica: É suave, auto-ajustável, sem falhas e funciona muito bem. A embreagem hidráulica tem uma sensibilidade única quando comparada à convencional acionada por cabo.
2- Freio Dianteiro: O freio traseiro tem seus problemas quando superaquece, mas não há freio dianteiro melhor no mercado. A Honda e a Kawasaki melhoraram o sistema de freio dianteiro, mas nada comparado à 250SXF.
3- Ignição: A partida elétrica é bem vinda para os pilotos mais preguiçosos e o motor é de dar medo em altas rotações. A 250SXF é uma máquina para o Holeshot se a reta de largada for longa o suficiente.
4- Durabilidade: A KTM rapidamente se tornou uma moto de confiança. Não houve nenhum problema na 250SXF. È bacana também mencionar que a moto continuou bonita mesmo depois de meses sendo detonada. Os gráficos impressos diretamente e a robustez dos plásticos mantém a 250SXF parecendo nova.

Pontos negativos:

1- Motor: Na relação de marchas de fábrica, a 250SXF é amarrada. Não mostra potência satisfatória até atingir média rotação e aos 13400 rpm a moto se torna um animal difícil de domar.
2- Relação de Marchas: Encontrar a maneira correta de usar as marchas da 250SXF é um mistério. Pilotos mais agressivos acham dificuldade nas baixas rotações e pilotos mais lentos na alta.
3- Suspensão: Os pilotos de teste tiveram que aprender a regular a suspensão na marra. Os garfos 4CS são melhores que os antigos WP, mas de fábrica, o ajuste não atende aos mais diversos tipos de piloto. Os garfos são muito rígidos e mesmo os pilotos mais agressivos não chegaram perto do fim de curso.
4- Manejo: Nas pista mais suaves a 250SXF vai bem, mas assim que os buracos se formam, a suspensão traseira WP vai fazer o piloto sofrer. O chassi não permitiu aos pilotos ajustar para as curvas. Se você conseguir ajustar a suspensão, a moto fica na mão.
5- Freio Motor: A KTM 250SXF tem problemas no freio motor. Não deixe para baixar marcha no ultimo momento pra evitar sobrecarregar na suspensão, o que pode ter sérias consequências.
As melhores motos MX 250 quatro tempos de 2015

Para que nível de piloto serve a 250SXF?

É uma moto nível pró. É possível aos pilotos mais lentos se divertirem com a 250SXF, mas vai exigir dinheiro extra em peças para deixar a moto mais mansa.

Conclusão

A questão é o porque a KTM continua a fabricar uma moto que não atende aos pilotos comuns? Um motor com suas faixas de potência não amigáveis e a suspensão que não ajuda no geral. Mas, em contrapartida a SXF250 tem um conjunto excelente, que só precisa de algum cuidado especial.

Quinto Lugar: Husqvarna FC250

A questão na verdade não é porque a Husky FC250 ficou em quinto, mas porque ficou na frente da KTM 250SFX. As motos são idênticas em quase todos os sentidos, a não ser pelos plásticos, caixa de ar e subframe. Além disso, o design da caixa de ar é horrível e não beneficia o motor em nada. Mas, os pilotos de teste preferem a sensibilidade do subframe plástico nas curvas e também a faixa de potência da FC250, após descobrir como usar a relação de marchas. Por coincidência, a caixa de ar mais abafada permite melhor transição quando a potência chega ao máximo na alta rotação e permite aceleração mais progressiva, o que é um problema na KTM.
As melhores motos MX 250 quatro tempos de 2015

Pontos positivos:

1- Benefícios KTM: É difícil de competir com a embreagem hidráulica, freio dianteiro, partida elétrica e gráficos resistentes ao uso impressos diretamente nos plásticos.
2- Manejo: Perece que a FC250 e a 250SXF se comportam de modo idêntico. Mas, o subframe de poliamida proporciona maior flexibilidade, permitindo uma experiência de pilotagem mais confortável. Como resultado, a Husky é mais amigável. O impacto transferido ao piloto é menor, já que o subframe plástico absorve algumas das brutalidades vindas da suspensão traseira WP.
3- Mapeamento do motor: A Husqvarna inclui duas posições para mapeamento do motor no guidão. O mapa um é a configuração padrão, enquanto o segundo mapa tem uma tocada mais agressiva. O segundo foi o preferido entre os pilotos de teste.

Pontos negativos:

1- Problemas KTM: Os problemas da KTM são os problemas da Huskvarna. A faixa de potência na alta rotação é agressiva em excesso. É difícil para pilotos novatos e veteranos tirar o máximo de um motor que abre a potência máxima em máxima RPM. 43HP parecem bastante, mas não tem valor se o piloto não for talentoso o suficiente para domar cada RPM do motor antes de trocar de marcha. A caixa de câmbio de fábrica é uma bagunça e freio motor excessivo pode ser um problema.
2- Suspensão: Ajustando a compressão no máximo não fez muita diferença na rigidez dos garfos. Tirando 10cc de óleo do 4CS ajudou um pouco, mas uma revalvulação seria bem vinda.
3- Caixa de ar: Muitos pilotos removeram a tampa da caixa de ar para pilotar. Sem a tampa, a resposta do acelerador aumentou rapidamente. O melhor conselho é fazer alguns furos na tampa da caixa de ar e limpar o filtro com maior regularidade.
As melhores motos MX 250 quatro tempos de 2015

Para que nível de piloto serve a FC250?

Assim como a KTM 250SXF, a Huskvarna FC250 é indicada para pilotos mais agressivos ou pilotos novatos que se recusem a passar a segunda marcha.

Conclusão

A Husky FC250 fica à frente da KTM 250SXF porque todos os pilotos preferiram ela no que diz respeito a entrega de potência e manobrabilidade.

Quarto lugar: Suzuki RM-Z250

A RM-Z250 ficou em quarto lugar por pouco. Alguns pilotos a colocariam em ultimo e isso nem chegou a ser mencionado na KX250F e YZ250F. O problema não foram as modificações feitas para 2015, mas diversos detalhes que provam sua ineficiência contra as competidoras.
As melhores motos MX 250 quatro tempos de 2015

Pontos positivos:

1- Curvas: A RM-Z250 é incomparável quando se pilota em pistas e trechos mais travados ou curvas rápidas com paredes. Ela ainda entra por dentro nas curvas com facilidade. O chassis é balanceado, portanto, situações com mudança rápida de direção não são problema.
2- Garfos: Os pilotos conseguiram configurar rapidamente os garfos Showa Separate Forks, especialmente na RM-Z250. Aumentando a compressão e reduzindo o retorno, descobriram que a frente gruda no chão em trechos irregulares.
3- Motor: Para dizer a verdade, existe uma faixa de potência para cada tipo de piloto. A Suzuki RM-Z250 fica na intermediária, o que agrada pilotos mais lentos e aqueles que preferem andar na média rotação.

Pontos negativos:

1- Motor: Como pode a RM-Z250 estar no lado positivo e ainda ser considerado ruim? Por causa das competidoras. Todas as seis motos testadas passam a barreira dos 40HP, o que não é o caso da RM-Z250.
2- Embreagem: Já segurou em suas mãos o manete de embreagem de uma RM-Z250? É fraco. Adicione molas mais fracas e você vai conseguir uma embreagem que escorrega com facilidade.
3- Manejo: Não é porque a RM-Z250 venceu na categoria curvas que ela é uma moto fácil de pilotar. Curva é um aspecto da pilotagem, mas a estabilidade nas retas e controle nas secções de transição também são importantes. A inclinação na frente cria instabilidade quando a quantidade de pressão perfeita não é colocada no pneu da frontal.
4- Freios: O freio dianteiro é ruim, mesmo não sendo tão ruim quanto o da Yamaha YZ250F. Adiantando que o motor da Yamaha é mais forte e dificulta na hora de parar a moto.
As melhores motos MX 250 quatro tempos de 2015

Para que nível de piloto serve a RM-Z250?

Esta moto se sobressai nas mãos dos iniciantes, pilotos jovens e veteranos. É também uma excelente escolha para qualquer um que pilote em trilhas fechadas e pistas mais travadas.

Conclusão

Enquanto a suspensão dianteira e habilidade nas curvas agradam, estes dois fatos não compensam a falta de potencia, embreagem fraca, ergonomia ruim, problemas mecânicos, instabilidade em altas velocidades e freios fracos. A RM-Z250 esta ficando para trás contra as competidoras que estão constantemente melhorando.

Terceiro lugar: Honda CRF250

Os engenheiros da Honda não são muito fãs da revista Motocross Action, já que os pilotos de teste constantemente rebaixam o que os engenheiros acham que foram melhorias significativas ao longo dos anos. Enfim, segundo os pilotos de teste a faixa de potência é fraca, com 5HP a menos do que as concorrentes da frente. A embreagem tem pouca sensibilidade. O sistema de escapamento duplo não faz sentido, já que não beneficia o desempenho e adiciona peso e custo extra e a estabilidade em alta velocidade não é das melhores. Mas, ela ficou com o terceiro posto pelas qualidades, como os garfos Showa SFF TAC, que melhoram o manejo da moto, a ergonomia faz da moto extremamente confortável e mesmo com os problemas mencionados acima, todos os pilotos gostam de pilotar a CRF250.
As melhores motos MX 250 quatro tempos de 2015

Pontos positivos:

1- Garfos: A CRF250 finalizou em segundo lugar, atrás da Yamaha YZ250F na categoria suspensão dianteira. Ficou em segundo por pouco, quase vencendo. O Showa SFF TAC é muito bom assim que se consegue acertar a pressão de ar correta. É flexível e suave, com uma sensação macia em todo o curso.
2- Ergonomia: A CRF 250 é sempre uma das motos mais confortáveis para pilotar. Os engenheiros acertaram na distância entre o guidão, banco e pedaleiras.
3- Freio dianteiro: Mesmo não sendo tão forte quanto os freios KTM e Husqvarna, a versão 2015 é melhor. Ficou em terceiro lugar entre todos os sistemas de freio pela sensação progressiva.
4- Curvas: Tem um segredo, a CRF250 acerta melhor as linhas se a pré-carga é ajustada a 105 mm, os garfos são rebaixados na mesa, a pressão de ar nos garfos são ajustadas à perfeição e os ajustes corretos de compressão e retorno são encontrados.

Pontos negativos:

1- Motor: A CRF250 é lenta. O que compensa o motor mais fraco da CRF250 é a habilidade nas curvas e a facilidade de pilotar. Por não ser uma moto agressiva, serve melhor aos pilotos mais jovens e aos iniciantes.
2- Manejo: Fazer curvas é uma coisa, mas levar a CRF250 para uma pista com retas de alta velocidade é outra. O peso se concentra muito na frente e o estabilizador de direção HPSD não ajuda muito.
3- Escapamento: Ninguém gosta do duplo sistema de escape. É pesado, passível de ser danificado, caro para trocar e não oferece muita vantagem no desempenho.
4- Embreagem: Ineficiente não é a palavra para descrever a embreagem macia, absorvente e fraca da CRF250.
As melhores motos MX 250 quatro tempos de 2015

Para que nível de piloto serve a CRF250?

Esta é uma moto para iniciantes e pilotos jovens ou para ser usada como moto de treino, já que pode ser detonada sem maiores problemas.

Conclusão

O problema foi a Honda ter escolhido fabricar uma moto lenta. Eles tem a tecnologia para fazer uma CRF250 rápida, mas não o fazem por acreditar que os pilotos precisam de uma moto fácil de pilotar.

Segundo lugar: Kawasaki KX250F

A briga entre a Kawasaki KX250F e a Yamaha YZ250F foi apertada. No fim das contas a suspensão, habilidade nas curvas e manobrabilidade da YZ250F fez a diferença. Nos anos passados a KX250F vencia apenas pelo motor e não pela embreagem fraca, suspensão macia demais e manuseio. Em 2015, a Yamaha pegou a Kawasaki dormindo.
As melhores motos MX 250 quatro tempos de 2015

Pontos positivos:

1- Motor: A KX250F tem a melhor faixa de potência na classe. Aceleração forte e progressiva em qualquer rotação, em parte pelo duplo sistema de injeção. Todos os pilotos concordaram que a KX250F foi superior a YZ250F nas pistas mais rápidas.
2- Suspensão: Mesmo não sendo tão boa quanto a Kayaba SSS da Yamaha, a configuração da Showa SFF da KX250F é muito boa. O sistema SFF oferece ajustes precisos e habilidade em absorver impactos em terrenos muito acidentados. Infelizmente, não é tão boa quanto poderia nas curvas.
3- Freio dianteiro: O rotor frontal de 270mm ajuda a Kawasaki na categoria freios, ainda não sendo tão precisa quanto a KTM e a Husqvarna. 2015 foi o ano da virada na categoria freios para a Kawasaki.
4- Mapeamento do motor: É altamente aconselhável que os pilotos testem os mapas que vem com a moto. O verde é padrão, o preto mais suave e o branco mais agressivo. Na opinião dos pilotos o branco é o melhor em quase todas as condições.

Pontos Negativos:

1- Curvas: A frente tende a perder a direção, o que coloca pressão na traseira. Pode funcionar para alguns pilotos, mas infelizmente o shock traseiro fica instável em acelerações fortes. Existem opções para resolver alguns dos problemas, como mesas com diferentes medidas e braço do link traseiro mais longo, mas claro, vai custar.
2- Câmbio: A Kawasaki vem tentando a anos resolver os problemas nas trocas de marcha, mas a transmissão continua problemática. Os pilotos encontram dificuldade em colocar a ultima marcha quando o motor esta sob muita pressão.
3- Embreagem: Mesmo não sendo a pior na classe, não se compara em longevidade e consistência com a embreagem hidráulica da KTM e Husqvarna. Compre molas da embreagem mais duras.
As melhores motos MX 250 quatro tempos de 2015

Para que nível de piloto serve a KX250F?

A KX250F serve a todos os tipos de piloto, mas é especialmente bem vinda para pilotos mais altos e pesados. Porque? A regulagem do guidão em quatro posições e das pedaleiras em duas posições aumentam o conforto.

Conclusão

A KX250F esta bem a frente das motos no terceiro, quarto, quinto e sexto posto e apenas a alguns detalhes da vencedora.

Primeiro lugar: Yamaha YZ250F

Apesar da vitória, não foi fácil! Nas pistas mais rápidas, a Kawasaki KX250F teve melhor desempenho, mas no geral, a YZ250F foi superior. A suspensão melhorada Kayaba SSS foi o grande destaque, superior às suspensões a ar, de mola única e às competidoras Austríacas. Graças a suspensão irretocável, a manobrabilidade permaneceu neutra e a roda traseira se manteve no chão. Claro, sem mencionar o motor para qualquer condição, o que é uma das partes mais fortes da moto. A Yamaha YZ250F 2015 é a vencedora.
As melhores motos MX 250 quatro tempos de 2015

Pontos positivos:

1- Suspensão: O sistema SSS da Kayaba tem oito anos de desenvolvimento e continua a melhor do mercado. Os garfos são incivelmente macios e consistentes com excelente resistência ao fim de curso. O shock é tão bom quanto os garfos, criando uma unidade única entre a frente e a traseira.
2- Motor: Bravo, amplo e objetivo são três palavras que descrevem a faixa de potência da YZ250F. Tem potência no alto giro bem utilizável, excelente potencia na média e excelente capacidade de retomada. A melhor relação em todas as marchas torna a YZ a moto mais versátil em qualquer condição.
3- Manejo: Mesmo não vencendo na categoria curvas, a YZ250F é, no geral, uma das melhores motos mais na mão entre todas. Graças obviamente à suspensão e ao chassis, a Yamaha é estável em altas velocidades e no geral agradável nas curvas.
4- Durabilidade: Depois de 100 horas de testes na YZ250F e não foi encontrado um único problema. É uma moto construída para durar.

Pontos negativos:

1- Freios: O freio dianteiro é o pior de todos. Não tem força de frenagem e falta sensibilidade no manete.
2- Curvas: Em alguns momentos, a YZ250F perde tração e se mostra muito solta em curvas planas.
3- Guidão: A curvatura do guidão de fábrica é excessiva. Para o teste, o guidão foi substituído por um Renthal 997 de parede dupla.
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Para qual nível de piloto serve a YZ250F?

A mágica da Yamaha YZ250F é que ela tem bom desempenho nas mãos de pilotos de qualquer nível e idade.

Conclusão

A Yamaha perdeu por pouco ano passado pela sua inabilidade nas curvas. Embora ainda não seja um ponto forte no modelo 2015, as pequenas mudanças feitas e melhor conjunto de suspensão a tornaram muito superior. Foi o suficiente para tornar a Yamaha a vencedora no teste comparativo das 250 quatro tempos.

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